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17 de jul de 2019

Não foi informado se os médicos conseguiram reimplantar o órgão (Foto: Pixabay)

Um homem invadiu a casa do vizinho na cidade de Bell, noroeste da Flórida, Estados Unidos, e cortou seu pênis com uma tesoura, após tê-lo flagrado na cama com sua esposa, informaram nesta quarta-feira (17/07) veículos de imprensa locais.

A vítima, cuja identidade não foi revelada, foi levada a um hospital, disse o escritório do xerife local, sem dar detalhes sobre estado de saúde e tratamento. Não foi informado se os médicos conseguiram reimplantar o órgão.

O agressor, Alex Bonilla, de 49 anos, foi detido e, para ficar em liberdade condicional, deve pagar uma fiança de US$ 1,25 milhão.

Segundo o relato da vítima, Bonilla invadiu a casa com uma pistola e o obrigou a se dirigir ao quarto, onde o amarrou e cortou seu pênis. Em seguida, foi embora levando o órgão. No momento havia duas crianças na casa da vítima.

Aparentemente, em maio, ele havia surpreendido o vizinho e a mulher tendo relações sexuais em sua casa, afirmou o relatório policial da detenção.

*Com EFE
Ursula von der Leyen foi eleita a primeira mulher para comandar a Comissão Europeia (Foto: Reprodução/EFE)

A União Europeia elegeu na última terça-feira (16/07) a primeira mulher para comandar seu braço executivo, a Comissão Europeia. Ursula von der Leyen, atualmente ministra da defesa da Alemanha, conquistou a maioria dos votos no parlamento e venceu a disputa.

A chefe dela, a chanceler alemã Angela Merkel, já tinha deixado claro que pretendia colocar um nome "conservador" moderado no lugar de Jean Claude Junker. Emmanuel Macron defendia um nome jovem, carismático e criativo no cargo responsável por comandar as grandes negociações do bloco.

A vontade da alemã prevaleceu. Von der Leyen fez o que poucos políticos têm feito atualmente. Embora seja considerada conservadora, de centro-direita, ela fez acenos para bandeiras da centro-esquerda, dos liberais e dos verdes na Europa.

A alemã vai assumiu o comando da Comissão Europeia assim que o Reino Unido deixar o bloco, no final de outubro, começo de novembro. Von der Leyen já declarou que pode avaliar uma extensão do prazo de desfiliação dos britânicos, mas que não há margem para negociações.

A União Europeia aos poucos vai virando a página da saída do Reino Unido e foca em temas bastante caros para o continente. Entre eles estão as políticas climáticas e o combate ao aquecimento global, as negociações comerciais e medidas antitruste contra grandes corporações.

A nomeação do novo presidente do conselho europeu, o primeiro-ministro belga, Charles Michel, também confirma essa sensação de que a Europa está pronta para ver a Grã Bretanha pelas costas.

Em Londres a imprensa local chegou a dizer que os dois políticos que vão ocupar os principais cargos do bloco odeiam e desprezam o Reino Unido.

E, assim sendo, devem empurrar o país para fora do bloco logo para encerrar um debate em que claramente alguns dizem ninguém saiu ganhando até agora.
Pleno.News - 17/07/2019 17h07 François de Rugy deixou cargo de ministro da Ecologia (Foto: Julien de Rosa/EFE)

O ministro da Ecologia da França, François de Rugy, renunciou na terça-feira (16/07) devido à polêmica suscitada em torno dos suntuosos jantares que ofereceu como presidente da Assembleia Nacional com dinheiro do contribuinte e da custosa reforma do seu apartamento ministerial.

De Rugy afirmou em seu perfil no Facebook que apresentou a renúncia ao primeiro-ministro, Édouard Philippe, para poder preparar bem sua defesa.

O escândalo foi revelado pelo portal Mediapart, que na semana passada deu detalhes dos jantares promovidos pelo até hoje ministro com dinheiro público durante seu período como presidente da Assembleia Nacional. De Rugy afirmou que processará o portal por “difamação”.

– A mobilização necessária para me defender faz com que não esteja em condições de assumir com tranquilidade e eficácia a missão da qual me encarregou o presidente da República (Emmanuel Macron) e o primeiro-ministro – comentou.

Nas imagens divulgadas pelo portal, De Rugy e a esposa, Séverine de Rugy, aparecem em mesas luxuosamente decoradas, com grandes lagostas e garrafas de vinho com preço estimado de 500 euros (cerca de R$ 2.100). Criticado pela ostentação, De Rugy justificou que a situação correspondia às suas funções de representação pública.

A polêmica aumentou com a divulgação do alto custo da reforma do apartamento privado do ministério. Por 63 mil euros (R$ 265 mil), também de dinheiro público, De Rugy mudou a pintura, os carpetes, o piso e os banheiros, e instalou um grande closet, que custou quase 17 mil euros (R$ 71 mil).

De Rugy também foi criticado por ter alugado um apartamento na cidade de Nantes com subsídios, mesmo tendo um salário alto demais para obter esses benefícios, e por organizar um jantar com lobistas do setor energético, encontro que ele teria pedido para não ser registrado na agenda oficial.

Tanto o governo como a Assembleia Nacional da França investigavam esses fatos, mas a renúncia do ministro veio antes da divulgação das conclusões.

As revelações feitas pelo portal Mediapart sobre o agora ex-ministro acarretaram na quinta-feira passada a destituição da chefe de gabinete de François de Rugy, Nicole Klein, que ocupava uma habitação social em Paris desde 2001, quando já era funcionária do alto escalão, e a manteve de 2006 até 2018, época na qual nem sequer vivia na capital francesa.

*Com informações da EFE

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