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16 de ago de 2019

Será mesmo que a população, imprensa, está fazendo tempestade em copo d’água ou estão preocupados com a conta que lhes vai sobrar dessa “brincadeira entre amigos”? (Foto: Reprodução/Facebook)

Em entrevista ao repórter Gil Leal o vereador Zé de Abel (Podemos) afirmou que não vê nenhum problema em pegar o empréstimo de R$ 80 milhões e que estão fazendo tempestade em copo d´água.

“Dinheiro se toma quem pode pagar, uma prefeitura que tem condições de investir em sua cidade com responsabilidade, faz o empréstimo, adianta suas obras, a cidade é contemplada, vai gerar vários empregos, então eu não vejo nenhum problema. Eu tomo empréstimo sempre ao banco, sempre que preciso, porque a prefeitura não pode?, eu não vejo nada demais. Estão fazendo uma tempestade num pingo d’água. Se Paulo Afonso não puder fazer um empréstimo, qual é a cidade que vai ter nessa Bahia?”, disse.

Realmente, falar assim é fácil quando o vereador não vai pagar a conta, pois a opinião popular (que são os pagadores de impostos) não vê com bons olhos essa declaração e nem essa história de empréstimo. Afinal, quando ele (Zé de Abel) pega empréstimo pessoal, ele usufrui e paga a conta. Mas se falando em erário público a coisa é bem diferente. Ainda mais quando se tem um áudio do genro do prefeito Luiz de Deus (PSD), afirmando que o valor seria para garantir a reeleição dos vereadores em que eles (prefeitura) têm compromisso, e o empréstimo é o caminho. (clique e veja)

Será mesmo que a população, imprensa, está fazendo tempestade em copo d’água ou estão preocupados com a conta que lhes vai sobrar dessa “brincadeira entre amigos”? 
É, parece que mesmo com todo desgaste que vem sofrendo e contra a orientação do seu líder o vereador Cícero vai apostar no empréstimo visando sua reeleição. (Foto: Ivone Lima/Painel)

Na manhã dessa sexta-feira (16/08) o vereador progressista declarou em entrevista ao repórter Gil Leal “quero o progresso de Paulo Afonso, quero que a cidade cresça e tenha o desenvolvimento”. Confirmando apoio ao empréstimo. Isso contra a orientação do seu partido que em redes sociais através de um vídeo em que o líder regional Deputado Federal Mário Júnior (PP), deixou claro para seus correligionários da cidade: encaminho pela primeira vez e oriento aos meus vereadores votarem não ao projeto. Estaria Cícero sendo um filho rebelde?

Vale ressaltar que os olhos dos vereadores estão brilhando por esse empréstimo, afinal o próprio áudio vazado do genro do prefeito deixa claro que o valor seria para investir na reeleição dos “nobres vereadores”, relembremos: ''Isso preocupa, poxa, eu tenho compromisso com essa turma, para atender esse pleito, sabemos que isso é importante para a reeleição de cada um, uma das saídas é essa, é capitalizar o município, capitalizar a prefeitura para que a gente consiga realmente atender cada um''.

É, parece que mesmo com todo desgaste que vem sofrendo e contra a orientação do seu líder o vereador Cícero vai apostar no empréstimo visando sua reeleição. A pergunta não será mais: será um filho rebelde? E sim: mais quantos filhos irão se rebelar? Façam suas apostas!
A presidente Dilma Rousseff (Foto: Evaristo Sa/AFP)

A distância de renda entre ricos e pobres não parou de crescer nos últimos quatro anos, segundo a pesquisa “A Escalada da Desigualdade”, elaborada pela FGV Social. O índice de Gini, usado para medir o fenômeno, apresenta tendência ascendente desde os últimos três meses de 2014, persistindo até o segundo semestre de 2019.

Nesse período, a perda de renda média acumulada foi de 3,71%. O prejuízo foi maior para jovens entre 20 e 24 anos, de 17,76%. Entre analfabetos, o recuo foi de 15,09%. Para moradores das regiões Norte e Nordeste, a perda foi de 13,08% e 7,55%, respectivamente.

Para mulheres, houve ganho de 2,22% na renda individual do trabalho, ante uma perda de 7,16% dos homens. O diferencial feminino ocorre, de acordo com o estudo, devido à maior escolaridade.

De acordo com a pesquisa, a renda de trabalho da metade mais pobre da população caiu 18,1% em termos reais, enquanto a do 1% mais rico cresceu 9,5% entre os últimos três meses de 2014 e o segundo trimestre deste ano.

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