Opinião: A cidade não tem UTI, mas tem Copa Vela, São João e Festa | ilha FM - Paulo Afonso
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14 de out de 2017

Opinião: A cidade não tem UTI, mas tem Copa Vela, São João e Festa

O prefeito bota Safadão tocando, faturando reais e mais reais e o povo gosta. ‘Ai’ do prefeito que não faça isso (Foto: Arquivos ilha FM)

A saúde em Paulo Afonso infelizmente ainda é um setor que preocupa a população. Quando não faltam médicos nos hospitais, então falta Unidade de Terapia Intensiva (UTI), unidade que, inclusive, não há nos hospitais da nossa cidade.

É triste, lamentável. Tem que cobrar do prefeito. Nesta cidade não tem UTI, mas tem Copa Vela, São João e festa. É isso que precisa mudar em nossa cidade.

A cidade não tem direito de gastar mais com a Câmara Municipal do que com a saúde. Cadê os conselhos municipais de saúde? Para investigar quanto a cidade recebe do governo federal para a saúde e o que fazem com esse dinheiro? É isso que a sociedade tem que cobrar.

Mas é uma caixa preta. Ninguém presta conta de nada. Se abrir, vai tudo pra Lava Jato. Um bando de gente sabida, metendo a mão.

O prefeito bota Safadão tocando, faturando reais e mais reais e o povo gosta. ‘Ai’ do prefeito que não faça isso. Na antiga gestão uma vez me disseram: ‘Esse foi o melhor prefeito, porque trouxe Luan Santana aqui’. Tome aí o Luan. Tem que ter é saúde, escola e educação, pra gente mudar essa cidade.

Mas nesta última sexta-feira (13/10), foi divulgado na imprensa pauloafonsina que o prefeito em exercício, Flávio Henrique (PDT), irá lançar um edital de licitação para a construção de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o Hospital Municipal de Paulo Afonso (HMPA), veremos. Haja em vista que as promessas se arrastam por anos, até "recursos" foram enviados por um deputado federal para a construção da famosa UTI de Paulo Afonso. Entretanto nada chegou aqui.

De lá para cá, famílias choraram ao enterrar seus filhos que precisaram de UTI e não conseguiram um leito a tempo. Até quando esta situação irá se arrastar em Paulo Afonso? Quantas mortes mais terão que acontecer para que se tome uma providência? De que adianta a representatividade que o município tem e neste assunto nada ser feito? Ficam os questionamentos.


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