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14 de nov de 2016

Franceses lembram um ano dos ataques terroristas em Paris

Várias homenagens ocorreram neste último domingo (13/11) em Paris, para marcar o primeiro ano dos ataques terroristas que deixaram 130 pessoas mortas na cidade (Foto: Reprodução) 

Várias homenagens ocorreram neste último domingo (13/11) em Paris, para marcar o primeiro ano dos ataques terroristas que deixaram 130 pessoas mortas na cidade. O presidente francês, François Hollande, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, visitou todos os locais que foram alvo dos ataques na capital francesa, entre eles o Stade de France e a boate Bataclan, onde 89 pessoas morreram.

Eram pouco mais de 21h de 13 de novembro de 2015 quando algo mudou para sempre em Paris. Carregado de explosivos, um homem-bomba detonou o próprio corpo nos arredores do Stade de France, onde a seleção da casa disputava um amistoso com a Alemanha, na presença do presidente François Hollande. Foi o início de uma noite que não sairá mais da memória dos franceses e que resultou em 130 mortes.

O único suposto terrorista ainda vivo, Salah Abdeslam, foi caputrado na Bélgica e está em uma prisão de segurança máxima na cidade francesa de Fleury-Mérogis e se recusa a colaborar.

Reação dos franceses
Depois daquela trágica noite, os parisienses reagiram, porém os primeiros meses foram difíceis. Todos conheciam alguém que estava no Bataclan ou nos restaurantes atingidos. Ruas e bares ficaram vazios, qualquer barulho inesperado causava pânico. Evacuações provocadas por alarmes falsos se tornaram rotina. O número de turistas no país diminuiu 10% em 2016, porém o setor começa a dar sinais de retomada.

O Bataclan, onde morreram 89 das 130 vítimas dos ataques, reabriu nesse último sábado (12/11), com um show do cantor Sting.

Novos ataques
Em julho deste ano, um lobo solitário invadiu uma alameda fechada para pedestres em Nice, no Sul do país, e matou 86 pessoas lançando um caminhão contra milhares de pessoas. No mesmo mês, dois jihadistas entraram em uma igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray, na Região Norte, e degolaram um padre, Jacques Hamel, em pleno altar. Durante esse período, a França viveu sob estado de emergência e na expectativa dos resultados do inquérito conjunto com a Bélgica.



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